Edifício de arquitetura "setecentista" ligado ao Paço Real da Vila, possui um cariz cultural polivalente. Construído para receber os falcões e os falcoeiros que estavam ao serviço do rei, seguiu as tendências das falcoarias europeias da época.
A saída da Família Real para o Brasil e a instabilidade politica vivida nos anos 20-30 do século XIX, provocaram o declínio da Falcoaria Real de Salvaterra de Magos, extinta em 1821. Imóvel de Interesse público desde 1953, adquirido pelo Município em 1991 ao Conde Monte Real, abre ao público em 2009.
As visitas guiadas e gratuitas consistem no seguinte:
- filme “nas asas do falcão”;
- interpretação de aves, são cerca de 25 aves de presa, de diferente espécies;
- Expo Permanente, sobre a evolução histórica da falcoaria;
- Visita ao pombal;
- Demonstração de voo (condições adequadas).
Dispõe ainda de uma sala de exposições temporárias para conteúdos que valorizem o Património concelhio, Centro de Documentação (2017) com biblioteca/arquivo e sede da Associação Portuguesa de Falcoaria (APF). A sua autenticidade de ser exemplar único na Península Ibérica foi determinante para que o município registasse a marca "Salvaterra de Magos - Capital Nacional da Falcoaria" (2014), e liderasse a candidatura UNESCO, juntamente com a Universidade de Évora e a APF, que reconhece a prática da falcoaria em Portugal como Património Imaterial da Humanidade (1/12/2016, Adis Abeba, Etiópia), uma prática incluída no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial - DGPC.
Falcoaria Real
Informação
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segunda
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